03/03/18
Transporte coletivo
Tarifa pode chegar a R$ 3,85
Quem acredita que descontos no valor da tarifa do ônibus coletivo para estudantes, gratuidade para idosos e outros são benefícios exigidos pelas prefeituras para beneficiar o povo, ou pelo governo federal, está completamente equivocado.
Os custos destes "benefícios" têm que ser pagos por alguém; a empresa de transporte público não arca com estas despesas, muito pelo contrário, coloca na lista de custos na sua planilha na hora de pedir reajuste, junto com o custo de peças, combustível, manutenção, salários; todas as despesas da empresa. Tudo deve ser comprovado por documentos fiscais e levando em conta também a inflação do período do último reajuste.
Ao contrário de outras cidades, a Prefeitura de Itaúna não repassa nenhum valor à concessionária para cobrir despesas com as passagens gratuitas.
Desde o mês de janeiro foi nomeada uma comissão de servidores municipais para analisar estes custos, antes de autorizar o novo preço da tarifa pedido pela Autotrans que pode passar de R$ 3,40 para R$ 3,85, aumento de 13,41%.
A comissão foi formada pelo gerente superior de Mobilidade Urbana, Audrey Juliano Ferreira Leite, pela gerente de Mobilidade Urbana, Cíntia Maria de Souza Valadares e pela procuradora-chefe da Procuradoria Administrativa e do Patrimônio, Lécia Celly Silva de Faria.