04/02/17
Orquidófilos defendem na Câmara lei que instituiu orquídea flor símbolo do Município
O concurso público realizado pela Prefeitura no ano passado foi o assunto da Tribuna Livre esta semana. Gabriela Toledo Caldas ocupou o espaço para cobrar agilidade e medidas mais urgentes para que os aprovados sejam convocados para os respectivos cargos, pedindo mais transparência em relação aos trâmites legais.
Os vereadores, em sua maioria, também abordaram o assunto pedindo que as questões das nomeações fossem resolvidas.
O vereador e líder do prefeito, Hudson Bernardes, se comprometeu a entrar em contato com o Tribunal de Contas para tentar conseguir mais rapidez no processo.
Os vereadores Otacília Barbosa, Iago Santiago, Antônio de Miranda, Alex Artur e Gláucia Santiago solicitaram documentos referentes à contratação da Fundação Dom Cabral pela Administração Municipal para fazer diagnóstico do Município. O custo previsto é de cerca de R$ 1,2 mil.
Participação Popular
A participação popular com Evaldo Nogueira Nunes, representando a Sociedade Orquidófila de Itaúna, foi contrária à revogação da lei que instituiu a Cattleya walkeriana como flor símbolo da cidade. Evaldo falou sobre a importância da sociedade orquidófila que leva o nome da cidade por todo o país em exposições das flores.
Os vereadores Alex Arthur, Da Lua, Giordane Alberto, Hudson Bernardes e Otacília Barbosa também se posicionaram contrários à revogação da lei. O vereador Alexandre Campos propôs que, ao invés de revogar toda a lei de uso da logomarca do município, que seja revogado apenas o inciso que obriga o seu uso em toda a documentação oficial impressa, gerando assim a economia que a municipalidade precisa, o que teve apoio dos demais vereadores.
Everaldo Silva dos Santos usou o mesmo espaço para defender o retorno da feira de artesanato à Praça da Matriz.